Alucinações, surtos psicóticos e perda de massa muscular no Alzheimer

Alucinações, surtos psicóticos e perda de massa muscular no Alzheimer

A doença é progressiva, não tem cura. Conhecer suas nuances, como as alucinações, e como ela afeta a pessoa doente é essencial para traçar cuidados efetivos e melhorar a qualidade de vida.

Os pacientes com doença de Alzheimer e outras demências, podem ter alucinações e surtos psicóticos que eles não tinham antes. Isso pode fazer parte da evolução da doença, pode acontecer até mesmo na fase inicial, dependendo do tipo de demência.

O que acorre geralmente são essas alucinações acontecerem na fase mediana para a avançada. Podem surgir surtos de agressividade, e isso é comum! O tratamento pode ser feiro com medidas medicamentosas e não medicamentosas.

Procure um especialista para acompanhar todo o processo e evolução da doença. Essa medida é imprescindível e assertiva para o tratamento. Ao longo da doença especialistas de diversas áreas precisarão ser somadas a essa rede de cuidado.

Alzheimer e perda de massa muscular

Além das alucinações, um dos problemas na Doença de Alzheimer é que, à medida que ela avança, principalmente na fase mediana e entrando para a fase avançada, o paciente vai fragilizando fisicamente. A musculatura atrofia no que chamamos de SARCOPENIA (pouco músculo).

Isso vai prejudicar em vários aspectos da capacidade motora do paciente. Entre eles, caminhar, risco de quedas e outras atividades do dia a dia, gerando uma dependência para as atividades cada vez maior.

Nós precisamos, desde a fase inicial, manter uma boa quantidade de atividade física para evitar a sarcopenia. A atividade física de força muscular, ou seja, a musculação é indicada na fase inicial. Pode ser feita em casa mesmo, e é essencial.

A medida com que a doença avança, podemos, além do educador físico, ter o acompanhamento de um fisioterapeuta. Isso evita que esse paciente evolua para essa atrofia muscular mais severa.

A atrofia muscular é um dos piores entraves que podem acontece. Ela pode fazer com que o paciente sofra um acidente, que ele fique acamado e evolua na doença para quadros mais graves.