Avanços da ciência para diagnóstico precoce de Alzheimer

Avanços da ciência para diagnóstico precoce de Alzheimer

Os avanços da ciência no tocante a Doença de Alzheimer são cada vez mais evidentes. Muitas pesquisas e mentes brilhantes de todo o mundo envolvidas por um futuro melhor para a humanidade.

Na Conferência Internacional sobre Alzheimer (AICC), em 2020, alguns assuntos tiveram destaque no tocante aos avanços da ciência para detecção precoce de Alzheimer. Entre eles, os testes sanguíneos para o diagnóstico da doença.

Sabe-se que os testes sanguíneos que mensuram as taxas da proteína anormal presente no Alzheimer podem – caso sejam verificadas por análises complementares do paciente – diagnosticar a Demência sem necessidade de confirmação adicional. Em outras palavras, não requer exame de autópsia ou PET Scan (tomografia por emissão de pósitron).

Esses testes poderão, em um futuro breve, diagnosticar precocemente a doença de maneira fácil, rápida e mais barata.

Pesquisadores do Rio de Janeiro tem tentando verificar a mesma proteína na saliva e também tem obtido êxito.

Ainda não está disponível, mas com os avanços da ciência de forma rápida, em um futuro breve isso poderá ser uma realidade.

Os avanços da ciência já podem ser notados hoje? Vacina para gripe e pneumonia, podem diminuir risco para Alzheimer?

Ainda na AICC de 2020, foi apresentado um trabalho sugerindo que a vacinação contra gripe e pneumonia estaria associada à redução do risco de desenvolvimento do Alzheimer.

Dois estudos feitos com idosos mostraram: aqueles que receberam a vacina contra a gripe ou contra a pneumonia eram menos propensos a desenvolver a doença de Alzheimer.

E completam: quem recebeu a vacina contra a gripe com mais regularidade teve um risco ainda menor para o desenvolvimento desse tipo de demência.

Em relação à vacinação contra pneumonia, a maior redução de risco foi observada em pessoas que não carregam um dos fatores de risco genéticos conhecidos para Alzheimer.

Por este e outros motivos é de suma importância que os idosos mantenham a vacinação em dia! É bem prático, são poucas vacinas e quase todas dose única! Acredite nos avanços da ciência.

Mas com tantos casos, é possível dizer que a demência é uma epidemia global?

Sim! A demência é uma epidemia global e a principal deficiência crônica entre os idosos.

Em 2015, a prevalência global de demência foi estimada em 46,8 milhões e deverá dobrar a cada 20 anos. Deve atingir 74,7 milhões em 2030 e 131,5 milhões em 2050.

Existem cerca de 9,9 milhões de novos casos de demência anualmente em todo o mundo. Isso implica em um novo caso a cada 3,2 segundos, o que é 30% maior do que o número anual de novos casos em 2010.

O custo global da demência também aumentou 35% em cinco anos para US$ 818 bilhões em 2015.

Por isso, obter informações sobre a doença é de suma importância!

Com informações da: AICC CONFERENCE.