Diagnóstico de Alzheimer – Não passe por essa fase sozinho

Diagnóstico de Alzheimer – Não passe por essa fase sozinho

A grande verdade é: ninguém precisa enfrentar o diagnóstico de Alzheimer ou qualquer outro tipo de demência sozinho. É preciso que todos ao redor estejam juntos nessa, e nas fases futuras.

Quando chega o diagnóstico de Alzheimer a vida do doente muda; dele, da família, dos amigos. Hoje em dia, nós temos algumas informações sobre a doença disponíveis na internet e profissionais capazes de dar um suporte para o portador e para o cuidador.

Sabemos que algumas informações sobre a doença são muito escassas e não são compreendidas por um público leigo. É preciso que a linguagem seja clara e as informações precisas.

A grande verdade é: ninguém precisa enfrentar a doença de Alzheimer ou qualquer outro tipo de demência sozinho. Você, cuidador, também precisa de ajuda! E eu sei disso!

Não é fácil compreender o que está acontecendo na mente daquele idoso. Ele muitas vezes está em um estado de confusão, também não sabe o que está acontecendo.

É difícil…

Mas com um pouco de informação e discernimento sobre a doença, podemos compreender melhor e oferecer mais suporte para quem cuida e para quem é cuidado!

Como é feito o diagnóstico da Doença de Alzheimer?

É necessário fazer uma boa consulta incluindo o exame físico e os testes para avaliar a cognição.

É essencial fazer uma Tomografia ou Ressonância de Crânio para afastar várias doenças do sistema nervoso central. Além disso, exames laboratoriais para afastar outras doenças como, por exemplo, hipotireoidismo, hipovitaminose de B12 e outras doenças que podem acometer o paciente e confundir com a Doença de Alzheimer.

Após essa avaliação pode-se dar o diagnóstico de demência de Alzheimer ou outras demências com relativa precisão.

O processo diagnóstico é simples, mas precisar estar na mão de um médico especializado, pois existem vários fatores que podem confundir.

Avanço das pesquisas para o diagnóstico precoce do Alzheimer

Sabemos que as pesquisas em relação à demência de Alzheimer estão evoluindo. Com isso, percebe-se que os exames de sangue podem oferecer uma abordagem mais simples e acessível para melhorar o diagnóstico e monitorar o tratamento e identificar as pessoas adequadas para os ensaios clínicos.

As famílias que enfrentam a doença de Alzheimer agora e no futuro se beneficiariam muito com um teste simples que permite a detecção precoce. Por exemplo, permitiria que etapas importantes de cuidado e planejamento ocorressem no início do processo da doença.

Isso seria uma forma de acalmar o paciente e a família e, acima de tudo, melhorar a evolução da doença por meio de tratamentos iniciados cada vez mais no início.