Problemas de memória – Conheça 3 tipos que podem ser normais

Problemas de memória – Conheça 3 tipos que podem ser normais

Os problemas de memória podem ser normais. Na rotina agitada que boa parte das pessoas vivem hoje, essa acaba sendo uma possível questão.

É possível esquecer coisas depois de um tempo e se tornar uma pessoa “mais esquecida” ao envelhecer. Esses problemas de memória podem ou não, indicar algo mais sério, que deva ser acompanhado ou tratado por um especialista.

Aqui vão 3 “problemas” de memória que estão dentro da normalidade em geral:

Transiência
É a tendência de esquecer coisas com o passar do tempo.

Dica: quanto mais você usa a informação, menos chance de esquecer!

Isso porque nosso cérebro é inteligente e faz uma “limpa” nas informações que guardamos, no entanto, não estão sendo mais usadas. São as informações que ele julga não considerar úteis para nossa vida e estão ocupando espaço desnecessariamente.

A falta de atenção

Temos tendência a esquecer de forma mais fácil algo que não damos tanta atenção.

Exemplo: “esquecer“ aonde deixou a carteira porque fez no “automático” e estava pensando em outras coisas enquanto a guardava. Na verdade essa pessoa não esqueceu. Ela apenas não aprendeu, pois a atenção estava desviada para outras coisas.

Bloqueio

É a incapacidade temporária de “puxar” uma memória que deseja. É o que ocorre, por exemplo, quando alguém nos pergunta algo e estamos com a resposta “na ponta da língua”. Essa dificuldade aumenta com o envelhecimento.

Se achar que sua perda de memória está afetando seu dia a dia (ou o de alguém próximo), procure um especialista! Há lapsos de memória que indicam doenças e são situações não esperadas no envelhecimento normal.

Fatores de risco para Alzheimer

A Doença de Alzheimer pode se desenvolver a partir de múltiplos fatores, como genética, estilo de vida e ambiente.

Mas sabemos que existem alguns fatores de risco. Alguns deles são:

– Idade: Esse é o principal fator. Após os 65 anos, o risco de Alzheimer dobra a cada cinco anos. Após os 85 anos, o risco chega a quase um terço.

– Genética: isto é, História familiar. Quando a doença tem caráter genético os seus sintomas começam a aparecer mais cedo, por volta dos 40 anos de idade.

– Traumatismo craniano: há um vínculo entre traumatismo e o desenvolvimento de demências.

– Depressão: a depressão pode ser o primeiro sinal e um quadro de demência.

– Baixa Escolaridade: esse também é um fator de risco, devido à baixa estimulação cerebral, podendo, durante o envelhecimento culminar para o aparecimento da doença de Alzheimer.