Parkinson

Parkinson | Dr. Alexandre Cavalcanti Getriatra em Fortaleza

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TRATAMENTO PARA DOENÇA DE PARKINSON – POSSIBILIDADES

Mesmo sendo a segunda doença neurodegenerativa mais comum, existem hoje diversas possibilidades de tratamento para doença de Parkinson.

Pesquisas estimam que, até 2030, o Brasil terá 630 mil pessoas com Parkinson. A doença crônica pode acometer pessoas ainda na idade produtiva, já a partir dos 40 anos, e ainda não tem cura. Sendo a segunda doença neurodegenerativa mais comum, existem hoje diversas possibilidades de tratamento para doença de Parkinson.

Visível, sobretudo, por afetar aspectos motores dos acometidos pela doença, o Parkinson tem movimentando esforços de pesquisadores pelo mundo todo em busca de tratamentos cada mais eficazes. Mesmo sem cura, ainda, existem possibilidades de ter mais qualidade de vida no convívio com a doença.

Mas o que temos hoje de tratamento para doença de Parkinson?

Medicamentos: como muitos sintomas do Parkinson são causados pela falta de dopamina (neurotransmissor) no cérebro, esses fármacos têm o objetivo de reproduzir o efeito da atividade natural, repondo a dopamina ou agindo em seu receptor. Dessa forma, eles podem reduzir o tremor e a rigidez muscular, a lentidão, o equilíbrio e além disso, agem melhorando a capacidade de coordenação de movimentos.

É preciso acompanhamento continuo para revisão de doses e ajustes de medicamentos ou associação de uma droga a outras. Essas adequações das doses dos medicamentos são importantes para o sucesso terapêutico. Tudo com intuito de obter melhores resultados e retardar cada vez mais os efeitos da doença.

Cirurgia: recomendada nos casos avançados e avaliando cada caso, por equipe multiprofissional. A cirurgia implanta eletrodos cerebrais e, geralmente é indicada quando não há mais reposta significativa aos medicamentos.

O objetivo é garantir mais resultados positivos com a associação de diferentes meios. Tanto dos medicamentos, que tendem ser melhor absorvidos no tratamento, quanto da cirurgia. A consulta periódica ao geriatra é essencial.

Terapias de reabilitação: as terapias complementares são fundamentais para a manutenção da qualidade de vida. Elas funcionam no controle dos avanços da doença e ajudam a garantir independência nas atividades básicas diárias.

Fisioterapia: melhora a mobilidade e ajuda a aliviar possíveis dores no corpo. Além disso, mantém a flexibilidade dos músculos, fazendo com que não percam a força e se mantenham ativos.

Fonoaudiologia: trabalha a musculatura para manter a força da voz com volume claro fala.

Terapia ocupacional:trabalha com os movimentos do dia a dia. Como resultado, ajuda a pessoa a realizar as atividades de rotina com segurança e autonomia.

O Parkinson tem tratamento! Procure ajuda!

FISIOTERAPIA NO MAL DE PARKINSON APLICADA NO TRATAMENTO

Aliada importante para proporcionar mais qualidade de vida e bem-estar.

Atividades físicas são essenciais para a rotina de vida de qualquer pessoa que queira manter a saúde em dia e prevenir doenças no futuro. A fisioterapia no Mal de Parkinson, orientada por um medico especializado na doença, ajuda a deixar a pessoa mais independente para as tarefas diárias e melhora o estado físico. Esses exercícios acompanhados por profissional são aliados no controle da enfermidade.

Um programa de exercícios, prescrito pelo médico, deve ser acompanhado/avaliado por um fisioterapeuta e com o envolvimento da família ou de quem cuida do doente. O intuito é ajudar no equilíbrio e aumento da resistência, trabalhar o condicionamento cardiovascular, além de exercícios que, também, fortaleçam a postura. Lembrar que os sintomas mais importantes da doença estão relacionados a parte motora do corpo.

Modalidades de exercícios

  • Exercícios de relaxamento: com atividades que envolvem balanceio lento e cuidadoso do tronco e membros, por exemplo. É importante ministrar essa série logo no início da sessão, a fim de diminuir a rigidez, tremores e ansiedade;

  • Exercícios de alongamentos: nessa fase se alongam os braços, tronco, cintura escapular/pélvica e pernas. O fisioterapeuta acompanha/ajuda e o paciente desenvolve;

  • Reforço muscular: são realizados sentado ou em pé. Os exercícios consistem em movimentar os braços e pernas e rotações do tronco. Podem ser utilizados elementos como bastões, elásticos, bolas e pesos leves.

  • Exercícios para postura: buscam a extensão do tronco. É importante serem realizados em frente ao espelho para que o paciente tenha noção da postura correta;

  • Exercícios respiratórios: trabalham a respiração por meio do diafragma para obter maior controle respiratório;

  • Exercícios para a face: trabalho com movimentos de abrir e fechar a boca, sorrir, franzir as sobrancelhas, abrir e fechar os olhos, soprar um canudo ou um apito e mastigar os alimentos;

Sempre é possível melhorar! Se você tem Parkinson procure ajuda de um geriatra.

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