TRATAR O MAL DE ALZHEIMER PARA TER MAIS QUALIDADE DE VIDA

TRATAR O MAL DE ALZHEIMER PARA TER MAIS QUALIDADE DE VIDA

O uso de medicamentos é muito importante e aliado no tratamento.

De causa ainda não totalmente esclarecida, acredita-se que a doença de Alzheimer seja uma doença inflamatória/vascular e influenciada pela genética. O primeiro e mais característico sintoma da doença é a perca de memória mais recente, seguida de perdas de funcionalidades do dia a dia e tornando a pessoa incapaz. Mas como tratar o Mal de Alzheimer

É preciso ficar atento aos principais sintomas da doença, além da perda de memória, como já citado. Dependendo do grau de progressão: 

  • Passa a repetir a mesma pergunta várias vezes;
  • Tem dificuldade para acompanhar pensamentos complexos; discutir sobre política por exemplo;
  • Incapacidade de elaborar estratégias para resolver problemas;
  • Passa a ter dificuldade para dirigir automóvel e encontrar caminhos conhecidos;
  • Dificuldade para encontrar palavras que exprimam ideias ou sentimentos pessoais;
  • Irritabilidade, suspeição injustificada, agressividade, passividade, interpretações erradas de estímulos visuais ou auditivos, tendência ao isolamento. 

A doença não tem cura e a progressão é inevitável, no entanto, é possível recorrer a tratamentos, como a base de medicamentos, por exemplo. Essas possibilidades prescritas por equipe médica minimizam os distúrbios da doença. Além disso, podem retardar o avanço e proporcionar mais qualidade de vida. 

Medicamentos para usados no tratamento 

O Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) para a Doença de Alzheimer do Ministério da Saúde prevê o uso de medicamentos como: 

  • Donepezila.
  • Galantamina.
  • Rivastigmina.
  • Memantina.

As medicações para tratar o Mal de Alzheimer vão agir nas sinapses e na intoxicação cerebral causada pela doença. Essas alterações causam parte dos sintomas na pessoa com a doença. 

Essas medicamentos podem ou não ser associadas a outros que estimulem ou complemente ausências decorridas da doença. Cada pessoa vai reagir de uma forma ao uso desses fármacos. Há casos de estabilização parcial da progressão da doença e melhoria dos sintomas. O médico geriatra é parte essencial deste ajuste.

É preciso acompanhamento contínuo depois do diagnostico inicial, para que cada caso seja avaliado e tratado de forma individual. Fique atento a possíveis sintomas da doença. Estabeleça uma rotina de consultas com seu geriatra. 

Lembre-se, os casos mais frequentes da doença de Alzheimer iniciam após os 65 anos de idade, sobretudo em mulheres. No entanto, há possibilidade de início precoce, com manifestação entre os 40 e 50 anos, mas esses casos são raros.

Sempre é possível melhorar. Hoje existem muitos recursos para ajudar. Procure ajuda!